02/06/2010
A brasileira Iara Lee, que estava na frota interceptada pelos soldados israelenses, disse que o grupo já esperava um confronto com as forças militares de Israel. Mas, ela afirmou que o grupo ficou "chocado" com a forma como aconteceu.
A ativista contou que durante a noite, em águas internacionais, os soldados começaram a invadir e mandaram todas as mulheres para parte de baixo. Segundo a reportagem do jornal, Iara disse que os militares "entraram e começaram a atirar nas pessoas", chamaram os ativistas de "terroristas" e ela sentiu como se estivesse em uma "guerra". Apesar disso, Iara afirmou que vai continuar as mobilizações. Ela recebe apoio da Embaixada brasileira em Israel e está bem.
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